
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Não perca tempo lendo

sexta-feira, fevereiro 10, 2012
A quem interessa a luta de classes?
Para Marx e Engels, a sociedade é o lugar do conflito entre opressores e oprimidos. “Capitalistas” teriam se apropriado dos meios de produção e estariam a explorar os que não têm meios de produzir sua subsistência. Haveria uma “obsessão pelo lucro” e, em conjunto com a “competição desenfreada” entre os capitalistas, teriam causado a enorme proletarização da humanidade.

Esta sociedade fictícia, em que os meios de produção estariam nas mãos do “povo”, teria uma estratificação “achatada”, com muitos, senão quase todos, cumprindo tarefas semelhantes e vivendo vidas iguais, embora usufruindo de assistência médica, educação, segurança, moradia e alimentação de qualidade aceitável. E esta sociedade –imaginária, insisto– apenas seria possível após intensa luta de classes.
A grande maioria das pessoas, que pouco ou nada têm, precisaria se mobilizar e rebelar-se contra uma minoria detentora do capital e da propriedade. Estes seriam expulsos e o povo se encarregaria de continuar a produção.
A luta de classes, na sociedade moderna, possui aspectos muito diferentes das lutas que aconteceram no século passado, em especial a primeira metade. Mesmo em organizações sociais socialistas há elite, opressores e oprimidos. Ou seja, há classes.
Por outro lado, alguém poderia dizer que assim como o cidadão cubano não pode deixar a ilha, há milhares de brasileiros que, igualmente, não podem deixar o local onde vivem, pois não têm consciência de si e do mundo, não têm dinheiro nem patrimônio. São presos numa terra de liberdade.
No mundo capitalista há empresas. E empresas precisam viver. E sobreviver. Um saudável objetivo para uma empresa é a longevidade, e, não, simplesmente, o lucro. Para ter uma vida longa uma empresa precisa aplicar o que a ciência, os práticos e os estudiosos afirmam. Lucro não seria o fim, mas o meio. Sim, há estudos e há empresários que pensam assim. O capitalismo é menos selvagem em certas cabeças e certas paragens. Quando falam em capitalistas, de quem estão falando? Até o século passado, eram homens de meia idade, cartola na cabeça, poucas palavras e sem escrúpulos no coração. Suas empresas sumiram ou adaptaram-se.

A realidade é outra. A ditadura é atribuída ao mercado e, este sim, não perdoa: corta cabeças e esquarteja o corpo. E é esta adrenalina que leva milhares de “aventureiros” à trilha do empresariado. Sim, o canto da sereia de ser seu próprio patrão (e agora, como fica a luta de classes, se sou opressor e oprimido?) e uma possível ascensão social também contam. E esta é a grande diferença no mundo capitalista e democrático: ascensão social. Ela é possível e muito mais acessível do que se faz crer. Observamos isso a cada dia.
Uma contradição, então, habita os corações de quem “não possui meios para sua sobrevivência” (visão marxista do proletariado):
A opção de tentar melhorar de vida é, na verdade, uma tentativa de mudar sua própria classe social. Aos poucos, um trabalhador pode ser promovido a gerente, conquistar um cargo de direção, acumular experiência e treinamentos e -quem sabe?- tornar-se um pequeno empresário. Qual é o tamanho limite para que ainda não seja um “capitalista opressor”? Não, não se trata do tamanho da empresa, mas da atitude do empresário.
Se a opção é pela luta de classes, descarta-se completamente a luta por ascensão social e decreta-se a eternidade do status “trabalhador” (como se fosse deixar de trabalhar ao tornar-se empresário!).
-Luto contra a “burguesia”, tenho ódio dos ricos, abomino as empresas e o capitalismo. Ao mesmo tempo preciso trabalhar e não me conformo em produzir riqueza para quem eu tanto abomino.
Sim, chegamos, então, ao mal maior, senão o único: a distribuição da riqueza. Quem possui bens, capital, patrimônio, não deseja perdê-los. Na verdade, não deseja perder a ponto de retornar a classes às quais já tenha pertencido e tanto suor custou para deixá-las. Querem manter o status conquistado, seja por ele próprio ou por seus antepassados.

A luta útil, portanto, é aquela para sair da situação atual para outra melhor, mais realizadora, mais produtiva para toda a sociedade. Não precisamos destruir classes para melhorar a sociedade, mas abrir, escancarar as portas para que a entrada (ou, claro, a saída) das “classes” seja facilitada, mas como uma conseqüência dos esforços (ou falta deles) de cada um. Estudou? Dedicou-se? Produziu? Atuou com integridade? Bem vindo, a classe é sua, você merece! Ao invés disso, ficou parado, pouco produziu, zombou da sorte e das oportunidades? Volte uma casa e jogue o dado novamente!

Chegamos à conclusão mais determinante: empresas também são assim. Nada de “lucro a qualquer custo”. Isto não promove saúde financeira, administrativa, comercial. Sim, o objetivo passa a ser estabilidade financeira, projeção no mercado, crescimento seguro, responsabilidade administrativa, para, então, gerar mais empregos, educar colaboradores e clientes, influenciar positivamente mais pessoas, gerar, simplesmente, mais felicidade. A empresa que sobrevive nada tem a ver com aquela corporação “capitalista” das cartilhas que incentivam a luta de classes. Ela cria oportunidade de crescimento pessoal de todos envolvidos. Ela é o cenário em que a ascensão social pode acontecer.
terça-feira, janeiro 24, 2012
Empresário: você precisa conhecer o Coaching

sábado, janeiro 07, 2012
Coaching e nossos "jogos interiores"



quinta-feira, janeiro 05, 2012
Hipnotizadores e hipnotizados

Carlos Drummond de Andrade disse, certa vez, que o bom hipnotizador hipnotiza a si próprio para impressionar e conseguir hipnotizar sua plateia.
terça-feira, dezembro 13, 2011
Um pouco de polêmica...

domingo, dezembro 11, 2011
segunda-feira, novembro 28, 2011
Dança e arte, sucesso nas apresentações!
quinta-feira, novembro 24, 2011
quinta-feira, novembro 17, 2011
Sapateado, dança e arte no Teatro Municipal!
quarta-feira, novembro 02, 2011
Superpopulação...
Acabo de receber uma mensagem de reflexão polêmica sobre o momento "7 bilhões" da humanidade. Discordo.
"As Nações Unidas chamam a atenção para o 'perigo da superpopulação mundial e a conseqüente falta de recursos', como se o grande mal do ser humano fosse sua capacidade de se reproduzir."
"Desde quando excesso de gente é a causa da degradação ambiental? Do sub-desenvolvimento econômico? Da instabilidade política? Os 20% mais ricos do mundo se apropriam de 82,7% da renda, enquanto os dois terços mais pobres ficam com apenas 6%. Então será que há pobres demais, ou será que há ambição demais no mundo? O que significa excesso de gente, afinal? Você realmente acredita que menos bebês significariam justiça social?"
Em várias situações realizei dinâmicas coletivas para abrir a discussão sobre "o que é, efetivamente, um problema". A ideia é provocar o pensamento sobre os verdadeiros problemas por trás daquilo que consideramos "o problema", ou seja, será que o que consideramos um problema -na vida, na empresa, na família...- não é a "ponta do iceberg" e que a resolução definitiva depende de tomar consciência de todo o corpo escondido, dos probleminhas e problemões causadores daquilo que, finalmente, conseguimos observar?

A primeira pergunta, naqueles encontros, era: "Qual é o maior problema do planeta?". Polêmica na mesa, o debate variava dos "práticos" aos "filosóficos", da pobreza à degradação moral, da corrupção à falta de espiritualidade... E não foi incomum a conclusão de que a disputa por espaço e recursos (alimentos e água, principalmente), e as intolerâncias religiosa, étnica, de gênero, de opção sexual, de filosofia política e outras, teriam origem na imensa aceleração do crescimento demográfico.
Os avanços da ciência (medicina, alimentação, prevenção...) permitem vidas mais longas e menos perdas de habitantes do planeta. Resultado? Mais gente. Muito mais gente. Ao todo, 7 bilhões!
Sim, ao invés de educar para ter menos filhos, que tal proporcionar saúde e qualidade de vida a todos, de forma que cada um possa decidir quantos filhos ter, e criá-los dignamente? A ideia parece simples e respeitosa, repleta de boas intenções e valoriza direitos humanos. Mas peca pela falta de realidade. Não temos tanto controle sobre os fatos quanto poderíamos pensar. A expansão populacional acontece desenfreadamente e, queiramos ou não, é ainda maior nas regiões mais pobres e despreparadas para lidar com os problemas por ela causados. Resultado? A proporção entre “pobres” e “ricos” aumenta e cria-se uma bomba relógio, representada tanto nos conflitos cotidianos urbanos e rurais, quanto nos grandes eventos bélicos da atualidade.
Não precisamos de um novo holocausto, evidentemente. Mas a ciência, tão evoluída, precisa de uma fórmula –respeitosa e natural- para conter, com urgência, a explosão demográfica.
domingo, outubro 30, 2011
quarta-feira, outubro 12, 2011
Somos todos mais iguais do que pensamos, mas...

Malcolm Gladwell, em "Outliers" (Fora de série) navega na reflexão sobre o que faz alguns melhores que outros, aquilo que é decisivo para que apareçam pessoas absolutamente vencedoras.
domingo, setembro 18, 2011
Por que "mobilizar" é tão difícil?
Acompanho postagens de todas as cores e intenções, do besteirol à religião, de inadequadas propagandas-reclames a fotografias curiosas, de artistas, cantores, fotógrafos. Há "mobilização" virtual por tombamentos de patrimônios históricos, contra usinas, ferrovias, ministros, fobias e, sim, pelo voto distrital. O que faz pessoas clicarem aqui e, não, ali? Curtem este e desprezam aquele. Comentam, compartilham, encaminham segundo um critério, digamos, pessoalíssimo e ainda não decifrado pelos cientistas da comunicação ou da psico-sociologia.
Mas mobilizar é muito, muito mais, do que provocar um clique. Assim fosse, em três ou quatro cliques poderíamos combater Kadafi, impedir Belo Monte, salvar golfinhos e... Mudar o sistema eleitoral brasileiro. O que, afinal, é capaz de mover, não apenas a consciência, mas os corpos, pernas, mãos -dedos não valem, pois voltaríamos ao clique-? O que seria brilhante o suficiente para atrair olhares para assuntos áridos como política? E por que clicam e ficam imóveis, entocados, passivos?
Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?
Além da minha empreitada -virtual, também, eu confesso- pelo Voto Distrital, estou empenhado na criação de uma associação de empresários e moradores de um bairro. Imagine uma região amada por seus moradores, mas também, machucada, desprezada, ignorada por moradores e seus representantes: legislativo e executivo municipais, ou seja, vereadores, prefeito e secretários. Meu tempo é curto, mas encontro disposição para participar de reuniões e preparar textos, logomarcas, estratégias e eventos. De, talvez, vinte pessoas que já circularam pelas quatro reuniões que já aconteceram, apenas três estão ativas, ocupadas e preocupadas. Onde estariam as outras? Onde estariam aquelas que, ao saber do movimento, disseram apoiar e participar? Alguém tem dúvida de que um dos únicos caminhos para melhorar a vida é associar-se a outros e "ter propostas"? Sim, todos acham uma ótima ideia. Ninguém participa...
Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?
Para mim, a resposta é simples, mas chega, também, como uma pergunta: Por que eu deveria fazer algo para que todos usufruam do resultado?
É difícil porque poucos estão acostumados com o compartilhamento de responsabilidades. Herdamos o paternalismo, que resistiu ao colonialismo, monarquia, velha república, ditadura, nova república, guerras, crises e continuamos aguardando que um "Grande Pai" apareça e resolva tudo por nós. Nem nos preparamos para algo diferente, não sabemos como agir em reuniões de condomínio, de família, na empresa, no clube... Torcemos para que apareça um "líder" -bobo, inocente, ingênuo...- e assuma todas as ações. Assim, podemos, apenas criticar, zombar, ironizar, destruir. Ora, se não vou à reunião do condomínio, que autoridade terei para criticar?!
Ok, soluções... Da mesma forma que critico a "educação ambiental" que foca em plantios de mudas, mutirões de limpeza de praias, palestras e programas de coleta seletiva, proponho, também, para viabilizar o associativismo, programas básicos da mais pura conscientização de cidadania, do espírito coletivo, da valorização do espaço comum. E isto só se faz com crianças. Esqueça as "gerações perdidas"...
Continuo tentando...
Ah, procure saber mais sobre o Voto distrital. E veja se há grupos de moradores e empresários no seu bairro precisando de braços e cérebros!
terça-feira, setembro 13, 2011
Vencedor ou Perdedor?
Sim, é mais um da série "Inveja por não ter sido eu a escrevê-lo"...
A autoria é atribuída a Leonardo Delgado.
domingo, setembro 04, 2011
Prepare-se e curta seus esportes por toda a vida!
Aumentou muito o número de pessoas que sentem-se frustradas por ter que abandonar uma prática esportiva que amavam. Isto não acontece por exagero, por excesso de dedicação. O motivo, na grande maioria dos casos, é a mais simples "falta de prevenção".
- Não perdia uma aula de spinning! As aulas eram animadas, eu não via o tempo passar... Minha lombar e meus joelhos acabaram não aguentando. Na empolgação, a última coisa em que eu pensava era na minha postura.
- Dança era tudo para mim!... Quando meus joelhos começaram a doer, não dei bola e aumentei ainda mais minhas horas de aulas. Para mim, a prática iria fortalecer minhas pernas e acabar com as dores...
- Comecei a sentir meu ombro e meu cotovelo depois de um domingo em que joguei tênis quase o dia todo... Achei que eram apenas dores do cansaço e continuei minha rotina de jogar duas ou três vezes por semana. Tive que deixar de jogar e hoje eu sinto falta do prazer que as quadras me traziam.
Quase todos poderiam estar, ainda, sentindo a satisfação de uma prática que os deixava mais relaxados, com a auto-estima elevada. Ao contrário, amargam tratamentos, fisioterapia, remédios e, pior, sedentarismo.
Por outro lado, há quem tenha aprendido -e tenho me esforçado nesta tarefa!- que há, sempre, "ossos e filé", um preço a se pagar pelas conquistas. Refiro-me à boa e conhecida musculação. Não aquela musculação arcaica, anabolizada, sufocada e sofrida, mas, sim, ao condicionamento físico realizado com auxílio de aparelhos com pesos, halteres, combinados com exercícios aeróbicos em esteiras, bicicletas e elípticos, por exemplo. Falo da musculação devidamente estudada e prescrita com foco nas efetivas necessidades de quem pratica. Com esta nova musculação é possível preparar-se para, efetivamente, praticar spinning com riscos muito menores, dançar e jogar tênis com os amigos até idades avançadas.
É possível, finalmente, manter uma condição física diferenciada. Muitas vezes, a única prevenção e o único tratamento eficiente para dores é fortalecer músculos. Músculos fortes protegem as articulações e elas estão por toda parte: coluna vertebral, joelhos, cotovelos, ombros, quadril... Articulações preservadas pode ser a garantia de uma longa vida e permanente usufruto dos benefícios sociais e físicos do esporte!
Há quem considere "musculação" entediante, repetitiva, um mero culto ao corpo. Hoje é consenso entre especialistas que ela pode ser uma condição para uma vida muito mais prazerosa. Pergunte aos que praticam!
segunda-feira, agosto 29, 2011
Psicologia Positiva
Fui pesquisar sobre a Psicologia Positiva e descobri pesquisas científicas consideradas bem validadas. Martin Seligman, na década de 1980, denominou "estilos atribucionais" dois modos distintos de se entender os acontecimentos. Estilo pessimista e estilo otimista. Segundo os pesquisadores, a maioria das pessoas alterna entre os dois estilos, mas há quem transite nos extremos.
Pessoas que pensam de acordo com o estilo pessimista, costumam, em primeiro lugar, culpar-se, veem a questão pelo lado pessoal e creem que, quando algo bom acontece, teria sido sorte ou uma situação que ele próprio não teria controle. Em segundo lugar, pensam que a situação ruim irá ser duradoura e a boa será momentânea. Terceiro, vivenciam a experiência negativa como algo que irá se infiltrar e influenciar outro setores de sua vida. Andrea Lages, em seu livro "Como o Coaching Funciona" cita um exemplo em que o pessimista briga com um amigo e acaba sentindo-se culpado, acha que a amizade terminou e que o amigo irá contar a muitas pessoas o ocorrido. No exemplo, ao iniciar uma nova amizade, aquele pessimista atribuirá o fato à boa vontade da outra pessoa, achará que a amizade não durará e que, de qualquer forma, isso não iria melhorar nada em sua vida.
O estilo otimista é o oposto. Não há sentimento de culpa pelas más situações e assume a responsabilidade pelas boas. Aquelas situações ruins, para o otimista, são eventos passageiros e as boas, persistentes. Ele considera as más situações incidentes isolados, enquanto as boas experiências são vistas como influências fortes em outras áreas da vida.
Os pesquisadores não consideram que o pessimista seria mais "realista" que o otimista. Há pessoas que preferem esperar o pior para não se decepcionar e isto não seria realismo.
E por que esta abordagem pode ser importante? Um estudo realizado em Harvard, há mais de 35 anos revelou que, de forma geral, homens jovens que explicavam os maus eventos com abordagem otimista apresentaram-se mais saudáveis ao atingir idades acima de 40 anos. A saúde do grupo pessimista "demonstrou uma acentuada deterioração que não poderia ser explicada através de qualquer outra variável, como estilo de vida e tabagismo."
Assim como existem alimentos tóxicos e prejudiciais, existem padrões de pensamento tóxicos e prejudiciais. Otimismo e esperança, para Lages, oferecem maior resistência à depressão diante da ocorrência de eventos negativos, melhor desempenho no trabalho e melhor saúde física. E Andrea Lages é firme: são posturas e comportamentos que podem ser adquiridos. Para ela, um coach (profissional de Coaching) com esta visão ajudará o cliente a pensar de forma mais otimista e, assim, poderá a enfrentar problemas com mais eficiência e terá grandes benefícios de longo prazo.
domingo, agosto 14, 2011
Emagrecer com Coaching
COACHEE- Eu já fiz de tudo! Não dá, não nasci para ser magra... Conheço tudo de alimentação diet, já fiz todos os tipos de exercícios e simplesmente há 10 quilos de gordura que grudaram em mim!
COACH- O que isto provoca em você?
COACHEE- Como assim? Provoca em mim? Sei lá!...
COACH- Sim, o que você sente quando pensa em tudo aquilo que acabou de falar?
COACHEE- Você não está entendendo... Eu não sei!
COACH- E se você soubesse? O que estaria sentindo?
COACHEE- Ah, vergonha, culpa, raiva...
COACH- Qual sentimento seria o mais forte?
COACHEE- Nunca pensei nisso... Acho que a raiva. Raiva de mim mesma!
COACH- Fale mais sobre isso.
COACHEE- Acho que no fundo eu poderia fazer mais e mais coisas para emagrecer...
COACH- O que você perderia se conseguisse emagrecer?
COACHEE- O quê?! Nada! Seria tudo de bom! Imagina... Perder? Se eu emagrecer seria a mulher mais feliz do mundo!
COACH- Sim, mas se houvesse perdas. Quais seriam?
COACHEE- Bom, sei lá, acho que eu teria que deixar de fazer churrasco com os amigos todos os finais de semana...
COACH- Por que esses churrascos são importantes para você?
COACHEE- É quando eu me sinto querida, as pessoas vêm à minha casa, a gente esquece de tudo e dá boas risadas...
COACH- E o que mais você poderia perder se emagrecer?
COACHEE- Acho que eu deixaria de ser o centro das atenções... Gordinha a gente pode reclamar, tem assunto, as pessoas chegam, conversam, querem ajudar. É, podemos dizer que se eu emagrecesse eu poderia, até, perder alguns amigos...
(e a conversa continuou...)
sexta-feira, agosto 12, 2011
Coaching

Coaching foi criado para todo mundo, mas quem aproveita, mesmo, são pessoas com grandes talentos, projetos, sonhos e objetivos e, por quaisquer motivos, acabam se envolvendo com outros projetos, com os sonhos de outras pessoas, cedem ao sentimento de incapacidade ou falta de tempo e, simplesmente, desperdiçam um potencial imenso de realização e felicidade.
Busquei ser coach porque, na prática, já faço isso. Seja na área do urbanismo, com Pilates, nas Avaliações Físicas, nas consultorias, apresentações, palestras e dinâmicas que desenvolvi para empresas, em meu blog Desacelere... No fundo, a intenção é dispor da minha formação e experiência para participar da ativação dos talentos e do potencial das pessoas, com grande respeito e sem julgamentos.
É um processo desenvolvido em 10 a 12 sessões de 1 hora. Normalmente são sessões presenciais, mas é comum usar a internet com voz e imagem. O que se espera, no final, é que o coachee (como se nomeia o cliente do coach) tenha uma visão clara de seus objetivos e dos caminhos para alcançá-los. Mais do que isso, saiba monitorar as etapas e respeitar, sempre, seus talentos reais. São várias alternativas previstas na metodologia e basta você fazer uma pesquisa breve na internet para confirmar o quanto as pessoas estão satisfeitas com o coaching.
Pode ser a conquista de um emprego, uma virada na empresa, um promoção e uma nova remuneração; também pode ser uma conquista afetiva, uma faxina geral na vida pessoal, um novo hobby; pode significar a independência financeira. Coisas que, na verdade, não se calcula o valor.
Fale comigo sobre isto. Pense em você ou num amigo, amiga, parente. Vamos criar uma onda de sucesso e realização pessoal!
terça-feira, agosto 09, 2011
Alavanca para o sucesso
Coaching, coach, coachee... Acostume-se com este vocabulário. Em breve, todos seus amigos de sucesso terão um coach. Seu coach terá um coach!
Coach é um profissional que se preparou, foi habilitado e possui talento para assessorar seus clientes, os coachees. Não é um guru, mas um “técnico”, um “maestro”, que acompanha, mobiliza, motiva, ajuda a organizar pensamentos e o ritmo das ações.
Coaching é um processo objetivo e baseia-se em uma sequência de sessões –ou reuniões, ou encontros- em que se abrem “gavetas e pacotes” em busca dos talentos, da motivação e da organização das idéias do coachee. Em aproximadamente dez sessões sonhos podem ser expostos, objetivos podem ser claramente definidos e será criado, finalmente, clima para se estabelecer um plano de ações completo, abrangente e, muito importante, com objetivos possíveis.
Seu dia-a-dia muitas vezes te afasta das ações realmente importantes. As prioridades acabam se confundindo e o fim do dia pode estar carregado de pequenas –ou grandes- frustrações. Dez anos podem passar e você pode até acabar esquecendo-se de quais eram seus sonhos. O sucesso de um processo de coaching pode significar a opção por conquistar o emprego tão desejado ao invés de resignar-se em trabalhos desestimulantes, abrir sua empresa ao contrário de permanecer trabalhando em casa sem projeção no mercado, um rendimento que proporcione conforto a você e sua família substituindo um aperto financeiro e grande desgaste pessoal.
Não é mágica. Demanda trabalho, concentração, comprometimento. Considera todas as limitações e dificuldades, mas, ao identificar talentos e habilidades reais, programa sua utilização efetiva e monitora os resultados, passo a passo.
Quer experimentar? Converse com um coach, faça uma primeira reunião de coaching-coachee e pergunte a quem já passou por isso. Em poucos dias sua vida poderá ser bem diferente.
Iniciei minha atividade como coach a partir do encerramento dos módulos 1 e 2 do curso de formação da SBC - Sociedade Brasileira de Coaching. O primeiro desafio é divulgar e explicar o que é este processo, ainda desconhecido fora dos grandes centros.





