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domingo, maio 13, 2012

Responda com honestidade: sua casa tem fossa?

Direto ao assunto: para onde vai seu esgoto? Da sua casa, seu trabalho, dos hotéis onde tem se hospedado... É coletado por uma concessionária para ser tratado ou vai para uma fossa, a fossa séptica, construída para filtrá-lo antes de devolver parte dele ao ambiente? Parabéns! Mas esteja preparado para enfrentar a realidade, o fato de que a grande maioria das residências, das indústrias, despeja seus resíduos sem nenhum tratamento em locais absolutamente inadequados. Já comentei aqui que até o governo federal, em seu Censo 2010, igualou, ridiculamente, numa das perguntas, dois destinos de esgoto completamente distintos: rede coletora de esgotos e rede pluvial. Definitivamente: rede pluvial é rede de água de chuva! Coleta a água que escorre pela guia e penetra nas bocas de lobo. Não é lugar para receber esgoto!


Então, pergunto novamente: qual é o destino do seu esgoto? Não sabe? Pois saiba! Prefere varrer a sujeira para debaixo do tapete? Aquele rastro sujo e mal-cheiroso na areia da praia pode ter vindo de sua casa...

Então, alguns diriam: - Isto é função do governo! As prefeituras estão tomadas por incompetentes! É possível, mas enquanto os "incompetentes" não provêm redes de captação de esgoto, cada casa deve ter seu sistema próprio: uma fossa séptica de acordo com normas técnicas. Claro que há custo! Ter uma casa implica em custos: IPTU, energia, água, manutenção e... Uma fossa! É mais fácil, e barato, jogar nossos resíduos em qualquer lugar e ficar amaldiçoando gestores municipais.

Ok, mas nossos impostos devem ser bem utilizados, e isto significa cumprir a legislação, inclusive as recentes "Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico". Mobilização popular, debates, esclarecimento, convocação de vereadores e secretários municipais, criação e viabilização de conselhos, visibilidade... Há caminhos e podemos criar uma articulação maciça e eficiente. Mão à obra, em seu bairro, sua cidade, sua região!

Mas, enquanto isso, faça uma fossa!

segunda-feira, novembro 28, 2011

Dança e arte, sucesso nas apresentações!


A Escola de Dança Tonus surpreendeu e emocionou. Parabéns! Valeu o esforço! 2012 está aí com novos desafios...

quinta-feira, novembro 24, 2011

quinta-feira, novembro 17, 2011

Sapateado, dança e arte no Teatro Municipal!

Para quem não sabe, é nos dias 25 e 26/11, sexta e sábado, que estarei, mais uma vez, no palco, me divertindo com o sapateado!



domingo, setembro 18, 2011

Por que "mobilizar" é tão difícil?

Tenho conversado com amigos, alunos, conhecidos... Compartilho e faço postagens no Facebook... Acompanho pela Internet... O assunto é de imenso interesse e possível impacto -para mim, apenas positivíssimo- na vida de todos: o modelo até então adotado para escolher representantes da população para trabalhar por ela é completamente ultrapassado e só contribui para aumentar a confusão, a corrupção, a desigualdade, o desperdício de recursos. Há uma alternativa em debate e parece resolver a maioria dos imbroglios do sistema eleitoral brasileiro. Voto Distrital. Mas, por exemplo, dos meus míseros 205 "amigos do facebook", talvez uns três ou quatro repercutiram minha insistente tentativa de divulgar e promover o debate sobre esse sistema eleitoral.

Acompanho postagens de todas as cores e intenções, do besteirol à religião, de inadequadas propagandas-reclames a fotografias curiosas, de artistas, cantores, fotógrafos. Há "mobilização" virtual por tombamentos de patrimônios históricos, contra usinas, ferrovias, ministros, fobias e, sim, pelo voto distrital. O que faz pessoas clicarem aqui e, não, ali? Curtem este e desprezam aquele. Comentam, compartilham, encaminham segundo um critério, digamos, pessoalíssimo e ainda não decifrado pelos cientistas da comunicação ou da psico-sociologia.

Mas mobilizar é muito, muito mais, do que provocar um clique. Assim fosse, em três ou quatro cliques poderíamos combater Kadafi, impedir Belo Monte, salvar golfinhos e... Mudar o sistema eleitoral brasileiro. O que, afinal, é capaz de mover, não apenas a consciência, mas os corpos, pernas, mãos -dedos não valem, pois voltaríamos ao clique-? O que seria brilhante o suficiente para atrair olhares para assuntos áridos como política? E por que clicam e ficam imóveis, entocados, passivos?

Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?

Além da minha empreitada -virtual, também, eu confesso- pelo Voto Distrital, estou empenhado na criação de uma associação de empresários e moradores de um bairro. Imagine uma região amada por seus moradores, mas também, machucada, desprezada, ignorada por moradores e seus representantes: legislativo e executivo municipais, ou seja, vereadores, prefeito e secretários. Meu tempo é curto, mas encontro disposição para participar de reuniões e preparar textos, logomarcas, estratégias e eventos. De, talvez, vinte pessoas que já circularam pelas quatro reuniões que já aconteceram, apenas três estão ativas, ocupadas e preocupadas. Onde estariam as outras? Onde estariam aquelas que, ao saber do movimento, disseram apoiar e participar? Alguém tem dúvida de que um dos únicos caminhos para melhorar a vida é associar-se a outros e "ter propostas"? Sim, todos acham uma ótima ideia. Ninguém participa...

Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?

Para mim, a resposta é simples, mas chega, também, como uma pergunta: Por que eu deveria fazer algo para que todos usufruam do resultado?

É difícil porque poucos estão acostumados com o compartilhamento de responsabilidades. Herdamos o paternalismo, que resistiu ao colonialismo, monarquia, velha república, ditadura, nova república, guerras, crises e continuamos aguardando que um "Grande Pai" apareça e resolva tudo por nós. Nem nos preparamos para algo diferente, não sabemos como agir em reuniões de condomínio, de família, na empresa, no clube... Torcemos para que apareça um "líder" -bobo, inocente, ingênuo...- e assuma todas as ações. Assim, podemos, apenas criticar, zombar, ironizar, destruir. Ora, se não vou à reunião do condomínio, que autoridade terei para criticar?!

Ok, soluções... Da mesma forma que critico a "educação ambiental" que foca em plantios de mudas, mutirões de limpeza de praias, palestras e programas de coleta seletiva, proponho, também, para viabilizar o associativismo, programas básicos da mais pura conscientização de cidadania, do espírito coletivo, da valorização do espaço comum. E isto só se faz com crianças. Esqueça as "gerações perdidas"...

Continuo tentando...

Ah, procure saber mais sobre o Voto distrital. E veja se há grupos de moradores e empresários no seu bairro precisando de braços e cérebros!

"There is no limit to what can be accomplished if it doesn't matter who gets the credit"
Não há limites para o que pode ser realizado se não importa quem ganha os créditos.

sábado, abril 30, 2011

Apresentação às Secretarias

Representantes das Secretarias Municipais de Meio Ambiente, de Turismo, de Planejamento, e do Gabinete do Prefeito assistiram, na última sexta-feira, 29/4/2011, ao vídeo e conheceram o material elaborado pela Parkia para promover o Pólo de Ecoturismo 4 Cantos da Lagoa e conquistar patrocinadores para seus 17 Programas. Oficializaram total apoio à proposta. O próximo passo é apresentá-lo ao Conselho Gestor da APA da Lagoa Encantada e Rio Almada (em maio) e para as diversas comunidades!







terça-feira, abril 26, 2011

Projeto do Pólo de Ecoturismo: apresentação às Secretarias Municipais será nesta sexta-feira, às 10 hs

Em 26 de agosto de 2010 apresentamos às Secretarias Municipais o escopo geral do projeto de revitalização da região sob influência da Lagoa Encantada. Era o início dos trabalhos e havia o comprometimento de retornar após sua conclusão para o que a metodologia chamava de "consulta final".

Naquela época também estivemos na ATIL e em várias comunidades da região. Precisávamos coletar dados e permitir que todos participassem.

Agora, o projeto está pronto. Semana passada foi apresentado à ATIL (Associação de Turismo de Ilhéus) e sexta-feira, dia 29 de abril, será a vez de retornar ao Salão Nobre da Prefeitura Municipal e mostrar o fruto de meses de pesquisa, orçamentos, criação e trabalho, muito trabalho. A reunião está prevista para as 10 hs e deverá ter a presença dos principais secretários do município e representantes de diversas instituições que poderão participar das ações previstas no projeto.



O projeto do Pólo de Ecoturismo 4 Cantos da Lagoa foi formatado para que possa ser apresentado a empresários e convencê-los a patrocinar um dos seus 17 programas. Além da descrição e dos orçamentos completos dos programas, a Parkia desenvolveu o material que será utilizado para esta comunicação.

domingo, novembro 07, 2010

Pois é: sapateado!

E não é que se vive de tudo nessa vida?!

Desde os anos frequentando o estúdio de J.C.Violla, passando pelas aulas com madame Poços Leitão, as intermináveis e divertidas aulas de rítmica na faculdade de educação física e, ainda, as eternas sessões de forró na FAU, Fortaleza e Itacaré, chegamos a um antigo desafio. Qual é a magia do sapateado? Por que essa técnica de percussão e movimento prende os olhos e as respirações?

Parece uma brincadeira. Amarelinha, talvez. Pular corda sem corda. Siga o mestre. Escravos de Jó.

Lembro de uma médica neurologista que dizia praticar sapateado para ativar, treinar, o cérebro. A maior distância a ser percorrida por um impulso nervoso -cérebro pés- seria um fator de engrandecer o efeito de formação e fortalecimento das sinapses, aquelas ligações que fazem do cérebro uma máquina em constante mutação, para melhor ou...



Para mim, há a analogia do nome Fred. Sim, o Astaire. Fascínio antigo. Um malabarista que se comunicava com o telegrafismo das plaquetas sob seus pés. Não tinha aparência de galã, mas estava sempre bem acompanhado. Ginger? Kelly? Eu tentei, há muitos anos. Ok, décadas. Mas não havia a armadilha em que caímos, 10 homens, recentemente.

Eram aulas apenas para homens. Uma tentativa interessante, descontraída. Estávamos ali experimentando o que nossas filhas, esposas, amigas, sobrinhas, alunas faziam. Simples assim. Ok, resumindo: estaremos no palco com uma coreografia apenas nossa, participaremos de coreografias teatrais e, subitamente, somos uma das atrações do espetáculo. Era ou não uma armadilha, dona Erika?!



Mas claro que estamos todos agradecidos por termos sido capturados em nossa distração. Brincadeira ou não, tudo é muito sério! Paradigmas quebrados, integração inédita, mundos distantes aproximados.

Garantam seus ingressos, ajustem-se nas poltronas, vai começar!

quinta-feira, setembro 23, 2010

Ocupação urbana: e tem jeito?!

A gente estuda, estuda, pensa, pesquisa, mas tudo é muito rápido e, ainda, muito mais poderoso: eles vêm, ocupam passeios, ruas, espaço aéreo... Desde as primeiras demarcações de vias públicas no Brasil um dos esportes prediletos do brasileiro é "invadir espaço alheio", com a variante "invadir espaço público". Um puxadinho, um murinho, um portão...

Veja a foto e localize os sete erros. Sete? Oito, nove, dez...

Nas nossas barbas, na nossa cidade, pertinho de todos...

sexta-feira, setembro 10, 2010

Lagoa Encantada: vila de Areias conhece o projeto

Hoje pela manhã a comunidade da Vila de Areias, à margem da Lagoa Encantada, conheceu o projeto de revitalização e ecoturismo, da Parkia Consultoria. Apoio total e grande compreensão de que a união de todos deverá ser o verdadeiro diferencial e condição básica para o sucesso.




sábado, setembro 04, 2010

Começa cobrança pelo uso da água no rio São Francisco


O Informe do CONAMA (leia a seguir) demonstra que "pagamento por serviços ambientais" é uma realidade mais próxima do que muitos imaginam. Fui criticado recentemente por propor o início de um trabalho com esta finalidade e que constasse como condicionante para licenciamentos na APA da Lagoa Encantada e Rio Almada.

O Rio Almada e a Lagoa Encantada (na foto, a Lagoa Encantada) podem ser beneficiados e há foruns institucionalizados para isso: Comitê de Bacias, Conselho Gestor da APA, Conselhos Municipais de Meio Ambiente, Comitê do Projeto Orla... A mobilização deve partir de universidades, órgãos públicos, seus técnicos e, claro, da demanda popular.


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Recursos são arrecadados pela ANA e repassados integralmente ao Comitê de Bacia do São Francisco, onde serão aplicados em ações de recuperação

Os usuários do rio São Francisco, e outros rios de domínio da União da bacia, começaram a pagar pelo uso da água, conforme prevê a Lei nº 9.433/97, conhecida como “Lei das Águas”. Os boletos de 2010 já foram distribuídos e a Agência Nacional de Águas (ANA) iniciou em agosto a arrecadação, estima em R$ 10 milhões até o fim do ano, tendo em vista que o valor cobrando corresponde ao período julho-dezembro.

Passam a pagar pelos recursos hídricos quem capta mais de quatro litros por segundo (14,4 metros cúbicos por hora) como, por exemplo, companhias de saneamento, indústrias, irrigantes e o Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF). Também estão sujeitos à cobrança os usuários que fazem lançamentos de efluentes nos rios federais da bacia.

“É importante ressaltar que a cobrança pelo uso da água dos rios não é um imposto, mas um preço público definido em consenso pelo próprio comitê de bacia e quem paga são usuários do rio, como se faz em um condomínio, por exemplo”, explica o diretor presidente da ANA, Vicente Andreu.

O cálculo do valor da cobrança é baseado na outorga pelo uso da água concedida pela ANA aos usuários. O s valores do metro cúbico para as categorias de uso foram acordados no âmbito do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) em um amplo processo que contou com a participação de representantes dos setores usuários, da sociedade civil e do Poder Público, que integram o CBHSF.

Na avaliação de Andreu, o País está crescendo e a disponibilidade de água é um fator essencial para manter a atividade econômica. Além disso, a cobrança pelo uso das águas das bacias hidrográficas é um instrumento que induz ao uso racional. “A cobrança é fundamental para melhor a gestão dos recursos hídricos, para garantir a manutenção da expansão econômica e assegurar a disponibilidade de água para as futuras gerações”, disse o diretor-presidente da ANA.

Os recursos serão arrecadados pela ANA e repassados integralmente à bacia do São Francisco, onde vão ser aplicados em ações de recuperação da bacia pela Associação Executiva de Apoio à Gestão de Bacias Hidrográficas Peixe Vivo - AGB Peixe Vivo, entidade delegatária que passou a exercer funções de agência de água da bacia, conforme aprovação do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).

As ações de recuperação da bacia serão definidas pelos membros do CBHSF, com base nos programas, projetos e obras previstos no Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do São Francisco. Estão inseridos na bacia do São Francisco os estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal.

Histórico da cobrança pelo uso da água

Desde 2001, a ANA desenvolve ações para implementar a cobrança pelo uso da água no Brasil em parceria com gestores estaduais de recursos hídricos e comitês de bacias. Em rios de domínio da União – aqueles que cortam mais de uma unidade da Federação ou são compartilhados com outros países –, a cobrança já está em funcionamento na bacia do rio Paraíba do Sul (MG, RJ e SP) desde 2003 e na dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (MG e SP) desde2006.

A cobrança pelo uso da água é um dos instrumentos de gestão de recursos hídricos previstos pela Lei nº 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos. Para mais detalhes sobre cobrança pelo uso das águas consulte o site www.ana.gov.br/cobrancauso

Mais Informações
Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Agência Nacional de Águas (ANA)
Fones: (61) 2109-5103 - imprensa@ana.gov.br

sábado, agosto 28, 2010

sexta-feira, agosto 27, 2010

Ecoturismo na Lagoa Encantada: a vez de Aritaguá


Hoje foi a vez de reunir com representantes de associações de moradores de Aritaguá. Pudemos apresentar a proposta do projeto de revitalização da região, com foco no ecoturismo e, mais ainda, coletar sugestões e contribuições valiosíssimas. Por exemplo, que tal passar algumas horas ao lado de um experiente pescador -fala, Wilson!-, na beira do Rio Almada, pescando e conversando, num cais projetado e construído com segurança e bem agradável? Você pesca, eles já limpam o peixe e você escolhe se leva ou grelha ali mesmo...



Na praça seca-se cacau. Há tradição de carne ou peixe defumado. Tem um quibe especial no bar em frente e muitos pescadores ainda vivem e se alimentam do resultado de seu trabalho.





E ainda teremos o que, no projeto, chamamos de "Parque Temático Estação de Aritaguá". Um verdadeiro museu da memória ferroviária da região seria instalado na última estação que permanece da antiga estrada de ferro que chegou a ligar Ilhéus a Uruçuca e pretendia chegar a Vitória da Conquista, ainda que em ruínas.



Um passeio, uma trilha, um mirante e a surpresa de uma locomotiva, hoje quase destruída pela ferrugem, recuperada e transformada em atração para os visitantes. Uma parceria entre os proprietários -Anisio e Eduardo Hora- e a comunidade servirá para empregar jovens na operação toda e aumentar a auto-estima dos moradores. O brilho nos olhos de quem mora ali garante que este é o caminho.

Imagem do rio Almada, e a área onde o projeto prevê o "Parque Temático Estação de Aritaguá". Veja a pequena construção na entrada da fazenda, que está na foto anterior.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Lagoa Encantada: apresentação às secretarias municipais



Hoje pela manhã, no salão nobre do Palácio Paranaguá, representantes das secretarias municipais de meio ambiente, turismo, educação, planejamento, do gabinete do prefeito, da assessoria de comunicação, da Embasa, e outras instituições tiveram a oportunidade de conhecer o Projeto de Revitalização da Lagoa Encantada. Além de observar detalhes da proposta, puderam discutir a participação do poder público municipal e também enumerar ações que já estão programadas para a região do projeto.

Há interesse comum de que a prefeitura seja mais do que uma parceira e ficou acordado que um pequeno grupo seria criado ali para acompanhar o desenvolvimento do projeto.

Amanhã estaremos em Aritaguá, com representantes daquela comunidade e outras da margem direita do Rio Almada, como Sambaituba e Urucutuca. As contribuições têm sido efetivas e reforçam as estratégias do projeto.



quarta-feira, agosto 25, 2010

Lagoa Encantada: as apresentações começaram



O Projeto, sob responsabilidade da Parkia Consultoria e minha coordenação geral, está sendo apresentado a diversas instituições para conhecimento e coleta de sugestões. Já foi conhecido pelos membros da ATIL. Hoje pela manhã representantes de associações do litoral norte estiveram reunidos com a equipe do projeto na Ponta da Tulha. Um sucesso.




Todos ficaram satisfeitos e confiantes de que há algo de novo no ar. Também é consenso de que não será fácil, mas os primeiros passos estão sendo dados.

Amanhã será a vez de apresentar para as secretarias municipais (às 10:00 hs no Palácio Paranaguá) e na sexta-feira, para representantes de associações da margem direita do trecho do Rio Almada após a Lagoa Encantada, em Aritaguá.

Aos poucos vamos trazendo aqui, também, os detalhes.


Reunião com representantes de associações do litoral norte de Ilhéus.











Reunião com membros da ATIL - Associação de Turismo de Ilhéus e ONGs