domingo, dezembro 11, 2011
segunda-feira, novembro 28, 2011
Dança e arte, sucesso nas apresentações!
quinta-feira, novembro 24, 2011
quinta-feira, novembro 17, 2011
Sapateado, dança e arte no Teatro Municipal!
quarta-feira, novembro 02, 2011
Superpopulação...
Acabo de receber uma mensagem de reflexão polêmica sobre o momento "7 bilhões" da humanidade. Discordo.
"As Nações Unidas chamam a atenção para o 'perigo da superpopulação mundial e a conseqüente falta de recursos', como se o grande mal do ser humano fosse sua capacidade de se reproduzir."
"Desde quando excesso de gente é a causa da degradação ambiental? Do sub-desenvolvimento econômico? Da instabilidade política? Os 20% mais ricos do mundo se apropriam de 82,7% da renda, enquanto os dois terços mais pobres ficam com apenas 6%. Então será que há pobres demais, ou será que há ambição demais no mundo? O que significa excesso de gente, afinal? Você realmente acredita que menos bebês significariam justiça social?"
Em várias situações realizei dinâmicas coletivas para abrir a discussão sobre "o que é, efetivamente, um problema". A ideia é provocar o pensamento sobre os verdadeiros problemas por trás daquilo que consideramos "o problema", ou seja, será que o que consideramos um problema -na vida, na empresa, na família...- não é a "ponta do iceberg" e que a resolução definitiva depende de tomar consciência de todo o corpo escondido, dos probleminhas e problemões causadores daquilo que, finalmente, conseguimos observar?

A primeira pergunta, naqueles encontros, era: "Qual é o maior problema do planeta?". Polêmica na mesa, o debate variava dos "práticos" aos "filosóficos", da pobreza à degradação moral, da corrupção à falta de espiritualidade... E não foi incomum a conclusão de que a disputa por espaço e recursos (alimentos e água, principalmente), e as intolerâncias religiosa, étnica, de gênero, de opção sexual, de filosofia política e outras, teriam origem na imensa aceleração do crescimento demográfico.
Os avanços da ciência (medicina, alimentação, prevenção...) permitem vidas mais longas e menos perdas de habitantes do planeta. Resultado? Mais gente. Muito mais gente. Ao todo, 7 bilhões!
Sim, ao invés de educar para ter menos filhos, que tal proporcionar saúde e qualidade de vida a todos, de forma que cada um possa decidir quantos filhos ter, e criá-los dignamente? A ideia parece simples e respeitosa, repleta de boas intenções e valoriza direitos humanos. Mas peca pela falta de realidade. Não temos tanto controle sobre os fatos quanto poderíamos pensar. A expansão populacional acontece desenfreadamente e, queiramos ou não, é ainda maior nas regiões mais pobres e despreparadas para lidar com os problemas por ela causados. Resultado? A proporção entre “pobres” e “ricos” aumenta e cria-se uma bomba relógio, representada tanto nos conflitos cotidianos urbanos e rurais, quanto nos grandes eventos bélicos da atualidade.
Não precisamos de um novo holocausto, evidentemente. Mas a ciência, tão evoluída, precisa de uma fórmula –respeitosa e natural- para conter, com urgência, a explosão demográfica.
domingo, outubro 30, 2011
quarta-feira, outubro 12, 2011
Somos todos mais iguais do que pensamos, mas...

Malcolm Gladwell, em "Outliers" (Fora de série) navega na reflexão sobre o que faz alguns melhores que outros, aquilo que é decisivo para que apareçam pessoas absolutamente vencedoras.
domingo, setembro 18, 2011
Por que "mobilizar" é tão difícil?
Acompanho postagens de todas as cores e intenções, do besteirol à religião, de inadequadas propagandas-reclames a fotografias curiosas, de artistas, cantores, fotógrafos. Há "mobilização" virtual por tombamentos de patrimônios históricos, contra usinas, ferrovias, ministros, fobias e, sim, pelo voto distrital. O que faz pessoas clicarem aqui e, não, ali? Curtem este e desprezam aquele. Comentam, compartilham, encaminham segundo um critério, digamos, pessoalíssimo e ainda não decifrado pelos cientistas da comunicação ou da psico-sociologia.
Mas mobilizar é muito, muito mais, do que provocar um clique. Assim fosse, em três ou quatro cliques poderíamos combater Kadafi, impedir Belo Monte, salvar golfinhos e... Mudar o sistema eleitoral brasileiro. O que, afinal, é capaz de mover, não apenas a consciência, mas os corpos, pernas, mãos -dedos não valem, pois voltaríamos ao clique-? O que seria brilhante o suficiente para atrair olhares para assuntos áridos como política? E por que clicam e ficam imóveis, entocados, passivos?
Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?
Além da minha empreitada -virtual, também, eu confesso- pelo Voto Distrital, estou empenhado na criação de uma associação de empresários e moradores de um bairro. Imagine uma região amada por seus moradores, mas também, machucada, desprezada, ignorada por moradores e seus representantes: legislativo e executivo municipais, ou seja, vereadores, prefeito e secretários. Meu tempo é curto, mas encontro disposição para participar de reuniões e preparar textos, logomarcas, estratégias e eventos. De, talvez, vinte pessoas que já circularam pelas quatro reuniões que já aconteceram, apenas três estão ativas, ocupadas e preocupadas. Onde estariam as outras? Onde estariam aquelas que, ao saber do movimento, disseram apoiar e participar? Alguém tem dúvida de que um dos únicos caminhos para melhorar a vida é associar-se a outros e "ter propostas"? Sim, todos acham uma ótima ideia. Ninguém participa...
Por que, então, é tão difícil mobilizar pessoas?
Para mim, a resposta é simples, mas chega, também, como uma pergunta: Por que eu deveria fazer algo para que todos usufruam do resultado?
É difícil porque poucos estão acostumados com o compartilhamento de responsabilidades. Herdamos o paternalismo, que resistiu ao colonialismo, monarquia, velha república, ditadura, nova república, guerras, crises e continuamos aguardando que um "Grande Pai" apareça e resolva tudo por nós. Nem nos preparamos para algo diferente, não sabemos como agir em reuniões de condomínio, de família, na empresa, no clube... Torcemos para que apareça um "líder" -bobo, inocente, ingênuo...- e assuma todas as ações. Assim, podemos, apenas criticar, zombar, ironizar, destruir. Ora, se não vou à reunião do condomínio, que autoridade terei para criticar?!
Ok, soluções... Da mesma forma que critico a "educação ambiental" que foca em plantios de mudas, mutirões de limpeza de praias, palestras e programas de coleta seletiva, proponho, também, para viabilizar o associativismo, programas básicos da mais pura conscientização de cidadania, do espírito coletivo, da valorização do espaço comum. E isto só se faz com crianças. Esqueça as "gerações perdidas"...
Continuo tentando...
Ah, procure saber mais sobre o Voto distrital. E veja se há grupos de moradores e empresários no seu bairro precisando de braços e cérebros!
terça-feira, setembro 13, 2011
Vencedor ou Perdedor?
Sim, é mais um da série "Inveja por não ter sido eu a escrevê-lo"...
A autoria é atribuída a Leonardo Delgado.
domingo, setembro 04, 2011
Prepare-se e curta seus esportes por toda a vida!
Aumentou muito o número de pessoas que sentem-se frustradas por ter que abandonar uma prática esportiva que amavam. Isto não acontece por exagero, por excesso de dedicação. O motivo, na grande maioria dos casos, é a mais simples "falta de prevenção".
- Não perdia uma aula de spinning! As aulas eram animadas, eu não via o tempo passar... Minha lombar e meus joelhos acabaram não aguentando. Na empolgação, a última coisa em que eu pensava era na minha postura.
- Dança era tudo para mim!... Quando meus joelhos começaram a doer, não dei bola e aumentei ainda mais minhas horas de aulas. Para mim, a prática iria fortalecer minhas pernas e acabar com as dores...
- Comecei a sentir meu ombro e meu cotovelo depois de um domingo em que joguei tênis quase o dia todo... Achei que eram apenas dores do cansaço e continuei minha rotina de jogar duas ou três vezes por semana. Tive que deixar de jogar e hoje eu sinto falta do prazer que as quadras me traziam.
Quase todos poderiam estar, ainda, sentindo a satisfação de uma prática que os deixava mais relaxados, com a auto-estima elevada. Ao contrário, amargam tratamentos, fisioterapia, remédios e, pior, sedentarismo.
Por outro lado, há quem tenha aprendido -e tenho me esforçado nesta tarefa!- que há, sempre, "ossos e filé", um preço a se pagar pelas conquistas. Refiro-me à boa e conhecida musculação. Não aquela musculação arcaica, anabolizada, sufocada e sofrida, mas, sim, ao condicionamento físico realizado com auxílio de aparelhos com pesos, halteres, combinados com exercícios aeróbicos em esteiras, bicicletas e elípticos, por exemplo. Falo da musculação devidamente estudada e prescrita com foco nas efetivas necessidades de quem pratica. Com esta nova musculação é possível preparar-se para, efetivamente, praticar spinning com riscos muito menores, dançar e jogar tênis com os amigos até idades avançadas.
É possível, finalmente, manter uma condição física diferenciada. Muitas vezes, a única prevenção e o único tratamento eficiente para dores é fortalecer músculos. Músculos fortes protegem as articulações e elas estão por toda parte: coluna vertebral, joelhos, cotovelos, ombros, quadril... Articulações preservadas pode ser a garantia de uma longa vida e permanente usufruto dos benefícios sociais e físicos do esporte!
Há quem considere "musculação" entediante, repetitiva, um mero culto ao corpo. Hoje é consenso entre especialistas que ela pode ser uma condição para uma vida muito mais prazerosa. Pergunte aos que praticam!
segunda-feira, agosto 29, 2011
Psicologia Positiva
Fui pesquisar sobre a Psicologia Positiva e descobri pesquisas científicas consideradas bem validadas. Martin Seligman, na década de 1980, denominou "estilos atribucionais" dois modos distintos de se entender os acontecimentos. Estilo pessimista e estilo otimista. Segundo os pesquisadores, a maioria das pessoas alterna entre os dois estilos, mas há quem transite nos extremos.
Pessoas que pensam de acordo com o estilo pessimista, costumam, em primeiro lugar, culpar-se, veem a questão pelo lado pessoal e creem que, quando algo bom acontece, teria sido sorte ou uma situação que ele próprio não teria controle. Em segundo lugar, pensam que a situação ruim irá ser duradoura e a boa será momentânea. Terceiro, vivenciam a experiência negativa como algo que irá se infiltrar e influenciar outro setores de sua vida. Andrea Lages, em seu livro "Como o Coaching Funciona" cita um exemplo em que o pessimista briga com um amigo e acaba sentindo-se culpado, acha que a amizade terminou e que o amigo irá contar a muitas pessoas o ocorrido. No exemplo, ao iniciar uma nova amizade, aquele pessimista atribuirá o fato à boa vontade da outra pessoa, achará que a amizade não durará e que, de qualquer forma, isso não iria melhorar nada em sua vida.
O estilo otimista é o oposto. Não há sentimento de culpa pelas más situações e assume a responsabilidade pelas boas. Aquelas situações ruins, para o otimista, são eventos passageiros e as boas, persistentes. Ele considera as más situações incidentes isolados, enquanto as boas experiências são vistas como influências fortes em outras áreas da vida.
Os pesquisadores não consideram que o pessimista seria mais "realista" que o otimista. Há pessoas que preferem esperar o pior para não se decepcionar e isto não seria realismo.
E por que esta abordagem pode ser importante? Um estudo realizado em Harvard, há mais de 35 anos revelou que, de forma geral, homens jovens que explicavam os maus eventos com abordagem otimista apresentaram-se mais saudáveis ao atingir idades acima de 40 anos. A saúde do grupo pessimista "demonstrou uma acentuada deterioração que não poderia ser explicada através de qualquer outra variável, como estilo de vida e tabagismo."
Assim como existem alimentos tóxicos e prejudiciais, existem padrões de pensamento tóxicos e prejudiciais. Otimismo e esperança, para Lages, oferecem maior resistência à depressão diante da ocorrência de eventos negativos, melhor desempenho no trabalho e melhor saúde física. E Andrea Lages é firme: são posturas e comportamentos que podem ser adquiridos. Para ela, um coach (profissional de Coaching) com esta visão ajudará o cliente a pensar de forma mais otimista e, assim, poderá a enfrentar problemas com mais eficiência e terá grandes benefícios de longo prazo.
domingo, agosto 14, 2011
Emagrecer com Coaching
COACHEE- Eu já fiz de tudo! Não dá, não nasci para ser magra... Conheço tudo de alimentação diet, já fiz todos os tipos de exercícios e simplesmente há 10 quilos de gordura que grudaram em mim!
COACH- O que isto provoca em você?
COACHEE- Como assim? Provoca em mim? Sei lá!...
COACH- Sim, o que você sente quando pensa em tudo aquilo que acabou de falar?
COACHEE- Você não está entendendo... Eu não sei!
COACH- E se você soubesse? O que estaria sentindo?
COACHEE- Ah, vergonha, culpa, raiva...
COACH- Qual sentimento seria o mais forte?
COACHEE- Nunca pensei nisso... Acho que a raiva. Raiva de mim mesma!
COACH- Fale mais sobre isso.
COACHEE- Acho que no fundo eu poderia fazer mais e mais coisas para emagrecer...
COACH- O que você perderia se conseguisse emagrecer?
COACHEE- O quê?! Nada! Seria tudo de bom! Imagina... Perder? Se eu emagrecer seria a mulher mais feliz do mundo!
COACH- Sim, mas se houvesse perdas. Quais seriam?
COACHEE- Bom, sei lá, acho que eu teria que deixar de fazer churrasco com os amigos todos os finais de semana...
COACH- Por que esses churrascos são importantes para você?
COACHEE- É quando eu me sinto querida, as pessoas vêm à minha casa, a gente esquece de tudo e dá boas risadas...
COACH- E o que mais você poderia perder se emagrecer?
COACHEE- Acho que eu deixaria de ser o centro das atenções... Gordinha a gente pode reclamar, tem assunto, as pessoas chegam, conversam, querem ajudar. É, podemos dizer que se eu emagrecesse eu poderia, até, perder alguns amigos...
(e a conversa continuou...)
sexta-feira, agosto 12, 2011
Coaching

Coaching foi criado para todo mundo, mas quem aproveita, mesmo, são pessoas com grandes talentos, projetos, sonhos e objetivos e, por quaisquer motivos, acabam se envolvendo com outros projetos, com os sonhos de outras pessoas, cedem ao sentimento de incapacidade ou falta de tempo e, simplesmente, desperdiçam um potencial imenso de realização e felicidade.
Busquei ser coach porque, na prática, já faço isso. Seja na área do urbanismo, com Pilates, nas Avaliações Físicas, nas consultorias, apresentações, palestras e dinâmicas que desenvolvi para empresas, em meu blog Desacelere... No fundo, a intenção é dispor da minha formação e experiência para participar da ativação dos talentos e do potencial das pessoas, com grande respeito e sem julgamentos.
É um processo desenvolvido em 10 a 12 sessões de 1 hora. Normalmente são sessões presenciais, mas é comum usar a internet com voz e imagem. O que se espera, no final, é que o coachee (como se nomeia o cliente do coach) tenha uma visão clara de seus objetivos e dos caminhos para alcançá-los. Mais do que isso, saiba monitorar as etapas e respeitar, sempre, seus talentos reais. São várias alternativas previstas na metodologia e basta você fazer uma pesquisa breve na internet para confirmar o quanto as pessoas estão satisfeitas com o coaching.
Pode ser a conquista de um emprego, uma virada na empresa, um promoção e uma nova remuneração; também pode ser uma conquista afetiva, uma faxina geral na vida pessoal, um novo hobby; pode significar a independência financeira. Coisas que, na verdade, não se calcula o valor.
Fale comigo sobre isto. Pense em você ou num amigo, amiga, parente. Vamos criar uma onda de sucesso e realização pessoal!
terça-feira, agosto 09, 2011
Alavanca para o sucesso
Coaching, coach, coachee... Acostume-se com este vocabulário. Em breve, todos seus amigos de sucesso terão um coach. Seu coach terá um coach!
Coach é um profissional que se preparou, foi habilitado e possui talento para assessorar seus clientes, os coachees. Não é um guru, mas um “técnico”, um “maestro”, que acompanha, mobiliza, motiva, ajuda a organizar pensamentos e o ritmo das ações.
Coaching é um processo objetivo e baseia-se em uma sequência de sessões –ou reuniões, ou encontros- em que se abrem “gavetas e pacotes” em busca dos talentos, da motivação e da organização das idéias do coachee. Em aproximadamente dez sessões sonhos podem ser expostos, objetivos podem ser claramente definidos e será criado, finalmente, clima para se estabelecer um plano de ações completo, abrangente e, muito importante, com objetivos possíveis.
Seu dia-a-dia muitas vezes te afasta das ações realmente importantes. As prioridades acabam se confundindo e o fim do dia pode estar carregado de pequenas –ou grandes- frustrações. Dez anos podem passar e você pode até acabar esquecendo-se de quais eram seus sonhos. O sucesso de um processo de coaching pode significar a opção por conquistar o emprego tão desejado ao invés de resignar-se em trabalhos desestimulantes, abrir sua empresa ao contrário de permanecer trabalhando em casa sem projeção no mercado, um rendimento que proporcione conforto a você e sua família substituindo um aperto financeiro e grande desgaste pessoal.
Não é mágica. Demanda trabalho, concentração, comprometimento. Considera todas as limitações e dificuldades, mas, ao identificar talentos e habilidades reais, programa sua utilização efetiva e monitora os resultados, passo a passo.
Quer experimentar? Converse com um coach, faça uma primeira reunião de coaching-coachee e pergunte a quem já passou por isso. Em poucos dias sua vida poderá ser bem diferente.
Iniciei minha atividade como coach a partir do encerramento dos módulos 1 e 2 do curso de formação da SBC - Sociedade Brasileira de Coaching. O primeiro desafio é divulgar e explicar o que é este processo, ainda desconhecido fora dos grandes centros.
quinta-feira, julho 21, 2011
O Voto Distrital | #EuVotoDistrital
O voto distrital dá mais poder ao cidadão.
O poder para realizar as mudanças que deseja ver em sua comunidade.
O voto distrital é a reforma política que interessa.
Precisamos estabelecer uma nova dinâmica política entre representantes e representados no Brasil. O Voto Distrital corrige deficiências do sistema eleitoral atual e traz uma nova dinâmica de relacionamento entre eleitos e eleitores.

Como é hoje?
Hoje, os representantes do povo no Legislativo (deputados federais, deputados estaduais e vereadores) são eleitos pelo voto proporcional, isto é, os partidos políticos ganham cadeiras em proporção ao número de votos que seus candidatos recebem em todo o Estado (ou cidade). Quanto mais candidatos, mais votos. Um mês após a eleição, 70% dos eleitores já não se lembra em quem votou, pois vota sem conhecer bem os candidatos. Uma vez eleitos, os representantes também não se lembram dos eleitores e agem no Legislativo sem prestar contas a eles.
O Voto Distrital
O voto distrital é um sistema de voto majoritário no qual um Estado (ou cidade) é dividido em pequenos distritos com aproximadamente o mesmo número de habitantes. Cada partido indica um único candidato por distrito. Cada distrito elege um único representante pela maioria dos votos.
Que tipo de Voto Distrital o Movimento defende? Puro ou Misto? O movimento #euvotodistrital defende o sistema majoritário de dois turnos. Essa modalidade, além de trazer todos os benefícios do Distrital como conhecemos, preserva os interesses das minorias ao exigir segundo turno, caso o candidato não tenha 50%+1 dos votos.
O que muda?
Aumenta a fiscalização sobre os políticos; diminui o custo das campanhas políticas; estimula a redução de partidos; aumenta o enraizamento dos partidos na sociedade; fortalece o Poder Legislativo; traz nova dinâmica de Governabilidade; melhora a relação representante / representado; mais representantes que convivem com a população no dia-a-dia serão eleitos.
quinta-feira, junho 09, 2011
A humanidade representada

Imagine concentrar todas as pessoas -todas- em uma só. Todas as raças do mundo, todos os costumes, todos os comportamentos. As características seriam, digamos, misturadas e o resultado seria um único temperamento, apenas uma pessoa e um modelo de atitude.
Seria a humanidade representada em um ser humano.
Como seria este representante? Quais seriam seus costumes?
A história nos faz supor que seria uma pessoa doente, descrente do futuro e avessa a prevenção. Inconsequente, estaria aproveitando seus "últimos minutos".
Apenas estaria preocupada em se alimentar e se divertir...
quinta-feira, maio 26, 2011
A falência da "educação ambiental"
Perdão, milhares de voluntários, estudiosos, profissionais, consultores!... Mas não conseguimos. Chegamos a inventar a “educomunicação ambiental”, um mix de educação e comunicação, mas, novamente, chegamos a lugar nenhum. Ou melhor, chegamos a uma votação politicamente dirigida, sobre um assunto que envolve, essencialmente, como nosso país pretende fazer a gestão dos recursos naturais. O Código Florestal. Um assunto de tamanha responsabilidade –técnica, humana, econômica-, que jamais poderia ser dirigido por interesses políticos, ou partidários. Para mim, isso é lugar nenhum.
Do que entendem deste assunto nossos nobres deputados? Se nossa educação ambiental tivesse sido eficiente todos –inclusive os deputados- saberiam, ao menos, que há técnicos que devem ser ouvidos e respeitados. Sim, eles não são uníssonos, não têm a mesma opinião. Mas são estudiosos e possuem os verdadeiros argumentos. Ao invés de votação na Câmara dos Deputados ou no Senado, deveria haver um debate e uma votação entre os que realmente entendem do tema. E o resultado seria referendado pelos deputados e senadores.

Nossos representantes aprenderam –e aprendem- facilmente os meandros da economia. A “educação econômica” funcionou. Todos sabem tudo sobre inflação, índices, consumo, PIB... Dominam a arte advocatícia. Redigem –quando não copiam, simplesmente- normas, regras, regimentos, leis, como poucos. A “educação legal” funcionou. Legislam sobre tarifas, agências regulatórias, mas não sabem nada de APP, reserva legal, Unidades de Conservação, sustentabilidade... A “educação ambiental” não funcionou.
Contrariando todos os técnicos, resolveram anistiar quem, deliberadamente, derrubou matas para plantar grãos ou criar gado, quando havia muita área sem mata para este fim. Contrariaram técnicos de áreas distantes, como ecologia, urbanismo, biologia, sociologia, e, com denúncias de “legislar em causa própria” (muitos são proprietários de fazendas já autuadas pelos órgãos ambientais), resolveram criar uma nova ordem na natureza. Muitos, até, realmente devem acreditar que “bichinhos e plantinhas” devem servir aos humanos, simplesmente. Muitos deputados, senadores e, claro, brasileiros. É, a “educação ambiental” não funcionou.
Várias sociedade colapsaram ao longo da trajetória humana na Terra. As poucas que reverteram situações dramáticas e salvaram-se do trágico destino apenas conseguiram porque a destruição do hábitat foi rápida e, na mesma geração, salvaram-se memórias de matas fechadas e rios caudalosos. Com isso, puderam adotar medidas emergenciais de recuperação, pois ainda se lembravam de como havia sido seu território. Na Ilha de Páscoa, por exemplo, a destruição foi lenta e total. Jared Diamond, autor de “Colapso” pergunta: -“O que teria pensado o pascoalês que derrubou a última árvore da ilha?”. Nada, o autor responde. Para ele, as árvores não faziam parte da sua vida.
A humanidade está conduzindo com lentidão o processo de destruição do hábitat da raça humana.
Para funcionar, a educação voltada à conscientização ambiental, deve, primeiro, surfar na onda da educação pura, aquela das escolas e aquela das residências, das famílias. Se esta base não funcionar, nada mais funcionará. Em segundo lugar, deve basear-se na disseminação dos princípios da cidadania e cooperação. Aí, sim, após, talvez, décadas de trabalho, poderá ressurgir o que chamaremos de “Educação Ambiental”.
Aliás, chega de palestrinhas, plantiozinhos de mudas, eventozinhos, cartilhazinhas, concursozinhos, programinhas... Não funcionaram. Precisamos de novas estratégias. Precisamos atingir, não centenas ou milhares, mas milhões de consciências!
domingo, maio 15, 2011
Chimpanzés um pouco diferentes

Já mostrei aqui uma interessantíssima entrevista com Jared Diamond, autor do excelente "Colapso". Retorno a este biólogo e cientista com a reflexão que ele próprio oferece em sua obra "O Terceiro Chimpanzé".
Para ele -e a partir de diversas pesquisas que ele cita- a humanidade tem pago um preço alto justamente pelas conquistas de que mais se orgulha. A evolução tecnológica, desde as mais rudimentares ferramentas ao mais moderno computador, assim como a imensa sequência de inovações nas técnicas agrícolas seriam "facas de dois gumes". A agricultura é um evento recente, na história da humanidade. Apenas surgiu há 10 mil anos (em mais de um milhão de anos de existência da espécie).
Quando nossos singelos 1,6% de genes que são, efetivamente, diferentes de nossos parentes, os chimpanzés, fizeram a diferença, pudemos abandonar a condição de coletores-caçadores e aventurarmo-nos na tecnologia. Coletores-caçadores buscavam na natureza seu alimento. Caçavam, e não criavam animais. Coletavam raízes e frutas, e não plantavam em hortas ou plantações como as vemos aos montes atualmente. Ou seja, o tempo todo estávamos envolvidos nas tarefas relacionadas à alimentação. Com ferramentas e com a agricultura, Jared lembra que surgiu, também, o tempo ocioso.
Ótimo! Foi a condição necessária para o desenvolvimento das artes, por exemplo (quem iria dedicar-se a pinturas, ou música, se estivesse com fome?!) e das linguagens.
Aos poucos, passamos a viver mais e o conhecimento foi sendo transferido às novas gerações que até então, sem sábios -sempre pessoas mais velhas-, precisavam reinventar a roda a cada geração.
O outro lado da moeda, para o autor, foram a criação da exploração do homem pelo homem, a divisão da sociedade em classes, a política, a desigualdade social e de gênero, as doenças e o despotismo. Aquele "tempo ocioso" acabou sendo usado na forma de comportamentos que afligem a existência humana moderna e que acabam sendo alguns dos principais diferenciais da espécie humana em relação aos demais primatas, outros descendentes de um ancestral comum.
"Dentre nossas qualidades singulares há duas que atualmente põem em risco nossa existência; a nossa propensão a matar nossos semelhantes e a destruir o meio ambiente. (...) Estas propensões são muito mais ameaçadoras em nós do que em outros animais devido ao nosso poder tecnológico e à nossa alta densidade populacional".
O livro é longo, cativante e aborda a evolução e o futuro do ser humano sob vários ângulos. Mais uma oportunidade de melhorar a visão de nossa verdadeira dimensão no universo...
sábado, abril 30, 2011
Apresentação às Secretarias







