sexta-feira, dezembro 18, 2009

"Suspiro", no Natal na Praça, Tonus, Ilhéus

Coreografia de Ballet Clássico "Suspiro", da Escola de Dança Tonus, apresentada ao ar livre, na Praça São João, em Ilhéus (16/12/2009).

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Dança e arte na praça, onde o povo está!...

Mais uma vez a Escola de Dança Tonus enfeitou a praça São João e encheu os olhos de todos que estavam ali, uma m-u-l-t-i-d-ã-o! Dança de verdade, cultura real...

A Praça São João é do povo, como o céu é do avião!

16 de dezembro, 2009.





Tonus Tai Chi na praia

Aula de encerramento do ano. Um local incrível, pessoas passando, olhares de surpresa... Bom para... Desacelerar!


domingo, dezembro 13, 2009

Jean Manzon: relíquias em video


Juscelino Kubitschek e Lucio Costa onde hoje é Brasília - Fotografia de Jean Manzon


Encontrei o acervo de Jean Manzon. Disponível na internet.

Os que são jovens há mais tempo lembram das reportagens ufanísticas, nacionalistas e com belas imagens sobre nosso país. Canal 100! Antes dos filmes, nos cinemas, vinham imagens de grandes obras, jogos importantes no Maracanã, notícias do governo e notícias do grande Brasil...

Está em http://www.acervojeanmanzon.com.br/

Copie esse endereço para seu navegador e acesse o site. Vale a pena. Veja em "videos", por exemplo, imagens de Santos Dumont, dos bondes circulando pela Rio de Janeiro de 1957, das obras da ponte Rio-Niterói em 1969, da Amazônia, da Salvador de 1982, de tantos lugares em épocas que ficam apenas na memória...



No final dos anos 70 (sim, anos 1970!) fui professor particular de Louise, uma requintada menina, delicada e talentosa filha de Jean Manzon. Ensinei desenho e fiquei sabendo que, hoje, ela é artista, reside na França há muito tempo. Desde aquela época eu assistia os documentários de Jean Manzon com interesse especial. Ele já tinha mais idade e faleceu em 1990, deixando um riquíssimo acervo de fotografias e documentários. Eu admirava seu trabalho e sua personalidade. Tudo isso, sem dúvida, permanece em meu inconsciente e influencia minha visão do mundo...

Condição física e desempenho intelectual

A mais recente edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences apresenta uma pesquisa que indica uma relação entre a boa condição física (no caso, a condição cardiovascular) e o desempenho intelectual.

Para os pesquisadores, exercícios aeróbicos podem ser o "mediador e conector fisiológico" entre exercício físico e cognição (inteligência).



Pesquisadores suecos estudaram mais de 1,2 milhões (!) de pessoas nascidas de 1950 a 1976. Concluíram que:

1. Condicionamento cardiovascular, e não força muscular, estava associado com superior performance cognitiva.

2. Condicionamento cardiovascular aos 18 anos poderia indicar futuros status socioeconômico e conquistas educacionais.


Mais, ainda. Os autores sugerem que o ambiente e, não, a genética, influencia maciçamente a associação entre condicionamento físico e inteligência. As descobertas dão mais força à teoria de que promover incentivos à prática de atividades físicas pode servir como estratégia de saúde pública para conquistas na área da educação.



Quem me conhece sabe o quanto reforço a importância da oxigenação promovida pela melhor condição cardiovascular. Pedalar, nadar, correr, caminhar, pular, dançar, tudo isso, agora está comprovado, aumenta, também, a condição de pensar e raciocinar.

Mais oxigênio, mais nutrientes e as células, todas elas, funcionam melhor. Inclusive as células do cérebro.

Inclusive neurônios!

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Está em http://www.pnas.org/content/106/49/20551

“Cardiovascular fitness is associated with cognition in young adulthood” by Maria A. I. Åberg, Nancy L. Pedersen, Kjell Torén, Magnus Svartengren, Björn Bäckstrand, Tommy Johnsson, Christiana M. Cooper-Kuhn, N. David Åberg, Michael Nilsson, and H. Georg Kuhn (see pages 20906–20911).

sábado, dezembro 12, 2009

Diário de Luana

Publico aqui também o simpático comentário sobre o "Diário de Luana". Quem participou está, agora, vivendo emoções que só eles compreendem!

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Foi emocionante rever este diário!!!
Aquela conversa criativa foi ÓTIMA!
E vale repetir...a fantástica fábrica de chocolates foi uma delícia de espetáculo!
Abç
Mônica

12/dezembro/2009

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Quer ver? Vá a http://desacelere.blogspot.com/2009/02/diario-de-luana-apresentado-na-conversa.html

sexta-feira, dezembro 11, 2009

Ferrovia Oeste - Leste

Uma das principais críticas ao modelo de desenvolvimento nacional adotado a partir da segunda metade do século passado foi a clara, oficial e exagerada preferência pelo transporte de cargas por via rodoviária. Caminhões.

Resultado: grande desperdício de combustível, altos índices de acidentes nas estradas, poluição atmosférica acentuada e sem controle. Sim, as indústrias de veículos agradecem, assim como as petrolíferas, mas a economia, como um todo, sofre e recursos importantes para pesquisas de alternativas, por exemplo, são escoados no asfalto (quando há pavimentação). Acidentes não representam apenas (?!) riscos para as vidas, mas custos com resgate, tratamento, aposentadoria e perda de produtividade. Poluição atmosférica afeta diretamente populações à volta das rodovias, mas, significa, ainda mais, crescente emissão de gases relacionados ao efeito estufa.

Participei da apresentação do RIMA da FIOL. Não sabe o que é isso? Desculpe, mas é importante saber... RIMA é o relatório de impactos ambientais, em linguagem simplificada e acessível, uma espécie de resumo do EIA, o Estudo de Impactos Ambientais. O EIA é a principal exigência para que uma obra obtenha a licença dos órgãos ambientais (no caso de uma ferrovia, o IBAMA). FIOL é a Ferrovia de Integração Oeste Leste. Um mega projeto de transporte que deverá unir Figueirópolis, no Tocantins, a Ilhéus, Bahia. 1.500 quilômetros! Grãos, álcool e minérios que atendem o mercado internacional terão escoamento facilitado.



Sim, a prefeitura de Ilhéus convidou interessados para conhecer o RIMA. Dá para imaginar, não é? Auditório lotado, empresários, ambientalistas, políticos, imprensa, técnicos, sindicalistas... Afinal de contas, como escrevi acima, é difícil imaginar um assunto mais importante para uma cidade que clama por empregos e alternativas de desenvolvimento.



Não. Nada disso. Um constrangedor vazio nas cadeiras. É melhor falar do time de futebol da cidade. Um pouco antes era este o tema e todas as cadeiras estavam ocupadas. Prefeito falando, vereadores discursando, empresários ouvindo... Quem me conhece sabe que não os culpo. A pressão vem da sociedade. Ou, no caso, não vem. Não há pressão. Ninguém se interessa, por que gestores públicos vão se interessar? Especialmente aqueles que poderão estar longe quando os benefícios chegarem...



Mas a verdade é que eu estive lá e tive acesso ao texto e imagens do relatório; o projeto existe e há grandes vantagens sociais e econômicas. Há, também, algumas oportunidades de recuperação e manutenção da qualidade de ambientes naturais, como nascentes, margens de rios, restingas, mangues e ecossistemas em risco, que poderão ser "adotados" por alguns dos empreendimentos esperados na região. Há de se experimentar, acima de tudo, muitos debates e honestidade técnica.

Desacelerando há um ano!!

283 postagens em um ano. Em 14 de dezembro de 2008 publiquei uma entrevista que concedi à revista Pesca Brasil, sobre "megacidades". Era a primeira...

São textos sobre muitos assuntos, passando por psicologia, urbanismo, meio ambiente, educação, saúde, alimentação e muitas situações do cotidiano.

11.000 acessos! É bom saber que, de alguma forma, participo do dia das pessoas e deixo um pouco da minha energia!

quinta-feira, dezembro 10, 2009

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Qual é o problema mais grave?

Esta pergunta foi feita a mais de 2.000 pessoas em todas as regiões do Brasil. Era uma pesquisa do Instituto Datafolha, citada na edição de domingo passado no jornal A Folha de São Paulo. As respostas deviam apontar o problema mundial considerado mais urgente.

Em meus treinamentos para empresas (pousadas, por exemplo), criei uma dinâmica em que todos refletiam sobre os "problemas". Deviam debater, em grupos, e chegar a uma opinião conjunta (dentro de cada grupo) sobre o maior problema do planeta, da América do Sul, do Brasil e de seu estado. Além do objetivo de vivenciar o debate coletivo e exercitar o "abrir mão" e o "impor sua opinião", eu buscava uma melhor consciência sobre a verdade nua e crua dos problemas. Explico. Muitas vezes, o que consideramos problema é, na verdade, a ponta do iceberg. É o resultado de um problema maior e, este sim, seria, então, o "maior problema". Claro que havia um confronto do tipo ovo-galinha. A fome é causada pela corrupção ou é a causa dela? Mas o importante era o debate.



Sim, a pesquisa do Datafolha. Pobreza é o que mais preocupa. E mesmo ricos desconhecem as causas da mudança climática. O brasileiro não considera o aquecimento global (ou a possibilidade dele) uma prioridade e "erra feio ao apontar suas causas". Mas, surpresa! Declaram-se dispostos a pagar para amenizar o impacto da degradação. 58% pagariam mais impostos para preservar a Amazônia.

Numa lista de 10 grandes problemas mundiais (minha crítica: ali estavam problemas de verdade ao lado de "pontas de icebergs"), apenas 5% dos entrevistados citaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome (para mim, são parte de um único problema) aparecem nos primeiros lugares. Depois aparecem mortalidade infantil, falta de acesso à educação e terrorismo.

E para você? Qual é o problema mais grave do planeta? Ele é um problema, em si, ou é causado por outro maior e, claro, mais importante?

Aqui estão exemplos do que foi apontado em nossas dinâmicas nas empresas:

- Má distribuição das riquezas
- Corrupção
- Crise moral
- Superpopulação
- Escassez de recursos
- Superconsumismo
- Egoísmo
- Intolerância religiosa
- ...

terça-feira, dezembro 08, 2009

Obesidade e seu vírus

Intrigante, o artigo publicado no jornal A Folha de São Paulo domingo passado. Mostra resultados de pesquisas sociais nos Estados Unidos. Relata que certos comportamentos são... Contagiosos!

Claro que não é na forma concreta de um vírus biológico, mas o efeito é parecido, como uma epidemia.

O principal exemplo é a obesidade. E diz que uma das conclusões dos cientistas é que "as pessoas engordam em grupos". E que isto acontece porque "são as pessoas mais próximas a você que criam a sua noção de normal e de bizarro". E afirma, de modo assumidamente cruel, que se você tem amigos gordos, sua chance de também engordar é 57% maior! Isso não aconteceria por comer junto com os amigos, mas, aos poucos, por parar de considerar que se alimentar mal é, na verdade, um problema.

Mas há um ângulo positivo neste conjunto de pesquisas.



Cada amigo feliz aumentava em 15% a chance de que alguém também se declarasse feliz. Sim, a novidade é que cientistas descobriram o que todos já sabemos: ficamos mais felizes quando temos pessoas felizes ao nosso lado!

Ou seja: quer emagrecer? Não precisa abandonar seus amigos que estão acima do peso. Ao contrário. Aproxime-se dos amigos sadios e estes, de seus amigos obesos. O grupo vai, em bloco, emagrecer!

Está deprimida? Procure ambientes que sejam frequentados por pessoas "para cima", aquelas que alegram quem estiver a seu redor.

E entenda que algumas pessoas podem querer se afastar um pouco de você, caso esteja muito acima do peso ou melancólica. Este "afastamento" pode ser usado como mais um motivo de uma virada na vida, não é? Acredite: o ambiente influencia. Você pode não selecionar, à vontade, as emoções e sensações que experimenta. Mas, sem dúvida, você pode escolher os ambientes que frequenta!

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Na foto, os "Doutores da Alegria", que frequentam hospitais e, com muita alegria, diminuem o sofrimento de pacientes e, quem sabe, curam vários deles!

domingo, dezembro 06, 2009

Tenista de primeira!


Marcelo competiu na categoria 14 anos da Copa TV Santa Cruz de Tênis, realizada neste fim-de-semana no Hotel Jardim Atlântico. Ele tem 12 anos e foi vice-campeão!

Eu (o pai coruja) e o atleta


Marcelo, Charinho (o professor) e Valdivio (campeão)

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Copenhage 2010

Faltam alguns dias para o início da reunião de cúpula sobre mudanças climáticas e a Greenpeace e a Tictactictac, ONGs ambientalistas, expõem cartazes criticando a imobilidade dos líderes mundiais e a falta de ações e comprometimentos formais sobre a questão.





O cartaz diz, simulando uma manifestação de culpa, no caso, de Lula, envelhecido no ano de 2020:

- "Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... mas não impedimos"

- Incompetente, eu?!!

- O problema é que você é incompetente!

A frase ficou fincada em seu coração por alguns segundos. Minutos, talvez. Ela revoltou-se, pois era uma respeitada profissional, excelente professora, apaixonada pela profissão. Incompetente, para ela, eram aqueles "colegas" acomodados, muitas vezes frustrados, mesquinhos, interesseiros, superficiais, invejosos do carinho que ela recebia dos alunos que, estes sim, a princípio, seriam os únicos que poderiam avaliar sua competência.

A questão é que o mundo acaba sendo gerido justamente pelos incompetentes. Por quê? Veja: nossa competente professora recusa-se a participar de grupinhos ou utilizar métodos, digamos, suspeitos, para, por exemplo, conseguir recursos para seus projetos. São excelentes projetos, bem preparados, justos, justificados, mas... O recurso acaba sendo destinado aos que "jogam o jogo", aos que são, então, competentes para fazer política. Vendem a alma ao diabo para serem considerados competentes.

Para obter poder, para conseguir recursos, há os que aprenderam desde cedo a identificar membros das máfias e aproximar-se deles. Os idealistas, os visionários, os "amantes da arte" são transformados em ingênuos-gênios a serviço da ... Incompetência!

Dois caminhos, sugeri, para sair deste círculo vicioso. Ela não merece frustrar-se e deprimir-se. Ou aprende técnicas de liderança e persuasão e inicia um "trabalho do bem" para influenciar formadores de opinião e grupos cada vez maiores, ou alia-se a quem possui esse talento e compartilha de sua visão de mundo.

Claro que uma terceira via é a compreensão de que a realidade é soberana, mas os idealistas acreditam que podem reverter os caminhos que ela nos apresenta.

Ainda bem que existem idealistas!

domingo, novembro 29, 2009

Impaciência

Olho para todos os lados e quase só vejo pessoas impacientes.

As redes de contatos que se formam são aleatórias. Às vezes estamos frente a frente com alguém e sequer percebemos quem verdadeiramente é aquela pessoa. O que pensa, o que sente, que fantasmas carrega e em que momento está. Alguém numa recepção, ou um frentista no posto de gasolina. Um cliente ou, então, alguém que pensamos contratar para uma pequena reforma ou consertar um televisor.

Cada um com seus problemas, não é?!

Perceber o outro não quer dizer carregá-lo no colo. Muitas vezes, exatamente pelo contrário. Pode ser para... Evitá-lo. Para não confrontá-lo. Para, justamente, compreender que um possível rancor, uma possível explosão ou, ao invés disso, uma súbita demonstração de afeto, pode ser algo que, sim, diga respeito apenas ao outro. É parte da história dele e suas setas -de cupido ou cheias de veneno- dirigem-se ao mundo e, não, a você.

Quanto mais nos fechamos em nossos próprios modelos, mais acabamos nos envolvendo como se tudo que acontece em nossa volta fosse a nós direcionado. Absorvemos, lutamos, reagimos, perdemos considerável energia num processo que não nos diz respeito.

O "outro" tem, sim, seus problemas. Ele deve procurar resolvê-los.

Eu, no meu lado, reconheço isso e não "sofro" como se flechas fossem enviadas em minha direção. Sei que não sou o alvo. Distancio-me o suficiente para, inclusive, colaborar com a solução do problema.

A impaciência, então, parece surgir da falta de compreensão. De si próprio e da realidade dos outros. Da nossa própria dimensão no mundo (insignificante) e daquilo que, no outro, nos incomoda.

Aprendi que se algo em alguém nos incomoda -e nos deixa impacientes-, é porque aquilo faz parte, também, de nossos modelos. São, também, fantasmas de nossa coleção! Podem estar disfarçados, escondidos, com uma roupagem diferente, mas estão em nossa coleção!

Observe o que te impacienta. Pode ser uma boa forma de começar a fazer uma lista de seus fantasmas!

Em tempo: além disso, o "superconsumismo" nos cria uma cachoeira de desejos insaciáveis e nos deixa frustrados e, sim, impacientes... Deixamos de buscar o que verdadeiramente nos completaria e ficamos a esperar o que jamais virá. Parece, então, razoável, refletir sobre o que realmente podemos -e devemos- esperar do mundo, das pessoas, da vida. E agir, planejar, estudar, preparar-se, trabalhar, merecer... (acrescentado em 30/11)

sábado, novembro 28, 2009

Localização

Dubai. Desacelere antecipou!


Em 16 de fevereiro, fiz um comentário sobre uma reportagem do jornal O Estado de São Paulo, sobre a crise econômica mundial e seus efeitos nos Emirados Árabes Unidos. está em http://desacelere.blogspot.com/2009/02/consumo-sustentavel-em-dubai.html .

Os jornais desta semana, sim, em novembro de 2009, escancaram a crise em Dubai. Mostram imagens de edifícios suntuosos e do desequilíbrio nascido justamente no "superconsumismo". Falam de "colapso econômico" da cidade e o desafio dos mercados internacionais.

São mais de 80 bilhões de dólares em um incrível calote. Ontem o jornal O Correio do Brasil publicou que "o impacto sobre o Brasil deverá ser pequeno. Além de as duas economias serem pouco conectadas, os investidores brasileiros ainda não descobriram o mercado islâmico. Ao contrário, as incursões dos bancos brasileiros no Oriente Médio são muito mais para buscar dinheiro do que para investir".

Mas além da preocupação com importantes parceiros do Brasil, resta a reflexão sobre nossos hábitos individuais de consumo. Sobre como educamos nossas crianças e nossa "comunidade" a respeito de como tratar os bens, especialmente aqueles que dependem intrinsicamente de recursos naturais (há algum que não dependa?).

Ouvi uma frase intrigante, de um educador:

- De que adianta nos preocuparmos com o mundo que deixaremos para nossas crianças, se não nos preocupamos com as crianças que deixaremos para nosso mundo?

quarta-feira, novembro 25, 2009

PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

Autor: SENADOR - Cristovam Buarque
Ementa: Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
Data de apresentação: 16/08/2007
Situação atual: Local: 02/09/2009 - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Situação: 17/04/2009 - AGUARDANDO INSTALAÇÃO DA COMISSÃO
Indexação da matéria: Indexação: FIXAÇÃO, OBRIGATORIEDADE, AGENTE PÚBLICO, OCUPANTE, CARGO ELETIVO, EXECUTIVO, LEGISLATIVO, REPÚBLICA FEDERATIVA, ESTADOS, (DF), MUNICÍPIOS, MATRÍCULA, FILHOS, DEPENDENTE, ESCOLA PÚBLICA, EDUCAÇÃO BÁSICA, ENSINO FUNDAMENTAL, ENSINO DE PRIMEIRO GRAU, DEFINIÇÃO, PRAZO MÁXIMO, APLICAÇÃO, NORMAS.

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Está em http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

Parece simples, não é? Quem sabe os governantes não acabam realmente investindo no ensino público?!